fuchs

Bueno, venho aqui expressar as minhas idéias a respeito de variados assuntos, sendo principalmente eles a política e a economia. Porém, eu gostaria de deixar bem claro que eu não sou dono da verdade, e que possivelmente eu fale muitas bobagens (e por favor me corrijam). E por favor comentem, porque é através do debate que chegaremos a conclusões mais pertinentes do que a minha mera opinião.

quinta-feira, outubro 26, 2006

A educação no Brasil (ou a falta dela)

A educação sempre foi um assunto muito discutido mundo afora, e por uma grande razão: não existe consenso sobre o assunto. No entanto, acredito que pelo menos no Brasil exista o consenso que o ensino publico básico é patético.
Pesquisei em vários sites sobre estatísticas da educação no Brasil, entre eles o do Ministério da Educação e do IBGE, porém onde eu achei de forma mais rápida e objetiva as informações foi em um site da unesco: http://www.uis.unesco.org/profiles/EN/EDU/countryProfile_en.aspx?code=760.
Os dados revelam que os programas iniciados durante o governo FHC e continuados pelo governo Lula criaram resultados positivos sobre alguns dos problemas brasileiros, entre eles o da alfabetização e o da freqüência escolar. A qualidade do ensino, no entanto, é ridícula, e a prova disso é a porcentagem de alunos advindos de escolas publicas que entram nas faculdades mais concorridas.
Com alunos do sistema publico sem a qualidade necessária para entrarem numa faculdade pública disputada, criou-se um programa para estes alunos entrarem nas faculdades privadas, o ProUni (para quem não sabe como funciona o programa: http://prouni-inscricao.mec.gov.br/prouni/inf_est.shtm#4). O que define se a pessoa é merecedora de uma vaga é a sua nota no ENEM, que é um exame fraco, se comparado a um vestibular. Ainda sim, é um programa decente, que possibilita uma grande chance aos mais pobres. No entanto, o programa peca severamente sobre a qualidade dos alunos que podem entrar numa faculdade. Como sobram vagas em varias faculdades privadas, entram vários alunos de notas baixas no ENEM, o que teoricamente piora o nível da faculdade em si. A minha solução para isso seria fazer com que somente aqueles alunos que tiveram notas satisfatórias ao longo do ensino médio (como por exemplo, média 7) pudessem se utilizar do ProUni. Obviamente, eu iria disponibilizar essa informação aos alunos de forma bem clara e constante, desde o primeiro ano do ensino fundamental (com uma mensagem simples: estuda se quiseres ter uma chance de entrar numa faculdade). Se esses alunos estudassem mesmo, o aproveitamento do ensino seria maior, e provavelmente ajudaria a diminuir a repetencia. Também faria a medida se tornar efetiva somente com quem iria começar o ensino médio a partir do ano conseguinte a aprovação da lei. Acredito que essa medida traria benefícios para o país e para a qualidade das faculdades participantes do programa, além de poupar dinheiro (que seria gasto com alunos abaixo do padrão).

13 Comments:

Anonymous Rodrigo said...

primeiramente, veio por meio desta expressar a minha opinião sobre o comentario em questao.
Gostaria de começar explanando a respeito da educaçao em papua nova guine, serra leoa, tajikstao, camboja e congo. Paises influenciados negativamente pela teoria teocentrista e tambem pela politica externa do governo lula e seus comparsas, os quais fizeram com que emergisse uma revolta no sul do Sry Lanka que paulatinamente vem influenciando o preço do giz de cera no Brasil.
A teoria da abiogenese representaria outro fator agravante do caso mensalão? Pois supostamente que sim, bem como as hienas miopes do Sudão atrapalham a colheita de trigo em seu respectivo berço nascente.

quanta mangolice qsiodhsiofsdioes_hydf_eghdso

26/10/06 17:25  
Anonymous Anônimo said...

I did enjoy your comments, you are getting a nice writing, but you need to practice a little bit more (reading more complex books. The topic was rightly developed, congratulations

26/10/06 17:39  
Anonymous Cacá said...

Ah, primo, tu sabe que eu sou a primeira a apoiar a tua candidatura a presidência, né? Huaehaue. Agora é só esperar 16 anos! :D

Vou comentar o tema numa outra oportunidade, tô sem capacidade analítica no momento :]

26/10/06 22:53  
Anonymous Lucas Brose said...

Tchê, minha opinião a respeito do prouni é muito parecida contigo. Só que tem um pequeno problema, um professor (no ERECO- Encontro Regional de Estudantes de Economia/Sul), seu nome é Luiz Miranda, falou que fora comprovado que quase todos que entram por ProUni vão tão bem ou melhor que os que entram por meio do vestibular. Tipo, estou estarrecido até agora com esta informação! De resto, texto bem bolado e interessante.

26/10/06 23:55  
Anonymous Sandra said...

Os alunos sabem que precisam estudar para passar no colégio e no vestibular. O que move alguns não motiva outros. É bem mais complexo. Os Professores bem sucedidos acham diferentes estratégias, vide carpe diem!
Mesmo o ENEM é competitivo e nem todos vão bem. Se uma porporção dos alunos com melhores notas consegue acesso à universidade através do ProUni não vejo prejuízo. Contudo, eu não abriria vagas incondicionais em cursos top.
Saudações

27/10/06 08:16  
Blogger Brose said...

Querida Sandra, aí vem uma questão, quais os cursos "tops"? como você vai classificar isso? eu não sei se eu iria à um médico que entrou por cotas na universidade, agora, vou desqualificar o curso de administração por achar que é menos importante e implantar cotas lá? Um bom administrador pode ter dezenas, ou centenas de vidas em suas mãos, enquanto o médico apenas 1 por vez. Não estou desmerecendo o seu comentário, porque concordo contigo, mas acho que algumas coisas devem ser melhor pensadas/analisadas.

27/10/06 12:00  
Blogger fuchs said...

é por isso que eu defendo um ENEM mais forte, mais dificil, para que quem consiga atingir as notas mas dificeis consiga entrar em um mesmo nivel que outros vestibulandos nos cursos mais disputados

27/10/06 14:33  
Anonymous dirk said...

legal teu texto.
nosso ponto de vista sobre o prouni e enem sao bem parecidos.
mas sou meio contra a esse esquema de media sete, ainda mais começando no ensino fundamental (acho meio cedo).

primeiro; nao existe escolas suficientes para todos os alunos que queiram fazer o prouni (usando tua ideia como se fosse a realidade).

imagina se tu é uma dessas crianças sem condiçoes que pretende fazer o prouni: tu ta cursando o primeiro ano do ensino medio. tu termina o ano com todas as medias acima de 8. em janeiro do outro ano tu vai com tua mae fazer a re-matricula e tu acaba descobrindo que nao tem mais vagas pra alunos no segundo ano. tu tenta outras escolas e nao consegue nada.

teus pais resolvem que tu vai começar a trabalhar pra ajudar nas contas da casa.

tu passa o ano inteiro trabalhando. esse trabalho ocupa todo o teu dia e tu chega cansado em casa, sem tempo de tocar nos livros.

o ano passa, e no dia que as matriculas abrem tu ta na porta da escola esperando pra fazer a matricula, e consegue.

tu volta as aulas. mas tu acaba se dando conta que tu passou um ano sem estudar e esta enferujado, passa o ano inteiro tentando recuperar o tempo perdido, mas tu passa de ano. mas com media 6.


como tu vai privar um aluno desses, que tinha media 8, de fazer o prouni? sendo que ele nao teve culpa de nao estar estudando no ano que passou. e que é um erro do governo nao dar escolas suficientes para a população.

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segundo; como tu iria fazer com as escolas que usam mençoes. tipo o farroupilha ou o anchieta?

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terceiro; em uma situação hipotetica, como tu iria fazer se uma enchente, ciclone destruisse o historico escolar dos alunos? (levando em conta que sao poucas as escolas, de pessoas necessitadas, tem pc com internet)

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quarto; apesar de melhorar o nivel das universidades com essa filtragem de alunos nao qualificados, os gastos com esse programa valeriam mesmo a pena?

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tipo, nao to queimando a tua ideia. eu acho que apesar dos pesares valeria a pena, mas quem sabe só no futuro.

acho que pra essa ideia funcionar o país deveria se re-estrutuar. mas se eu continuar eu vou estar fugindo do assunto.

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keep up the good work
[]'s dirk

29/10/06 18:32  
Blogger fuchs said...

interessante...
primeiro, eu nem cheguei a imaginar o que eu faria se acontecesse uma calamidade com os historicos...
segundo...
nao sei os dados tecnicos, mas se eu nao me engano, nao faltam lugares nas nossas escolas, e sobre a criança trabalhar, bom isso é infelizmente uma realidade que insiste em se repetir, porem, com o programa implementado pelo governo FHC, o bolsa-escola (que depois foi aclopado aos outros programas sociais do governo federal pelo desgoverno lula), a taxa de evasao escolar estava diminuindo gradativamente, o que talvez fosse garantir que esse fenomeno nao se repetisse mais...
enfim, sim, o que eu apresentei esta longe de ser definitivo, e deve ter varias falhas e é justamente isso que eu queria, que me apontassem os devidos problemas...
obrigado pelos comentarios e sugestoes

29/10/06 20:29  
Anonymous Maurício (o carrasco de fuchs) said...

nao concordo com nada disso...
primeiro que toda a discussão se encerra no velho problema brasileiro de resolver problemas com remendos miraculosos que nada mais fazem se não tapar o sol com peneira....
nota mínima escolar desde o primeiro grau? se fosse assim nem mesmo tu terias índice para concorrer a uma vaga. (eu sei que vais me criticar dizendo que o colégio particular é muito mais difícil, mas guardadas as proporções , significa a mesma dificuldade para quem já tem o ensino mediocre desde a primeira série). Enfim, na conjuntura atual eu acho muito bom o critério de distribuição do pró-uni, mas repito, só e somente só na conjuntura atual. Em um país estagnado, sem nenhuma vontade ou perspectiva de mudança(vide nossa recente eleição), fazer as multiplicantes universidades particulares servirem ao estado é no mínimo razoável. Porém, o problema da educação vai muito além do pró-uni ou do enem. o sistema educativo brasileiro por si só é exclusor. Então é isso que deve ser debatido, uma reforma ampla do sistema educativo, que o modernize, aprimore, e se ajuste a nossa realidade e necessidade. Enfim, quando a educação chega ao estado em que a nossa se encontra, não adianta mais criar barreiras para barrar a mediocridade nas universidades. Há de se remodelar todo o sistema, para que as crianças se desenvolvam com virtudes e tomem seus caminhos profissionais naturalmente.

30/10/06 20:38  
Blogger fuchs said...

hehe, nao discordo...e é obvio que eu nao participaria do prouni, pois eu nao fiz o esforço necessario para participar dele (e é verdade que o ensino privado tambem é patético)...porem, se desde o primeiro ano do ensino medio eu soubesse que para entrar numa faculdade boa eu precisaria de medias acima de 7, quem sabe eu teria feito um esforço...isso me qualificaria como aluno, o que qualificaria a escola...
porem eu mesmo acabei de ver uma buraco na minha teoria. E se o aluno nao conseguisse atingir as medias? isso estragaria todas as chances de ele entrar numa faculdade atraves do prouni. Para isso eu mesmo tenho uma soluçao (uma soluçao que mudaria o propio sistema que eu tinha imposto)

que nao fosse a media 7, mas sim uma combinaçao das medias do colegio, junto com a nota do prouni, ficando mais facil entrar no programa aquele que teve melhor aproveitamento no colegio associado ao do prouni...
enfim mauricio, como a gente ja discutiu na praia, eu tambem acredito que o sistema inteiro deve ser reformado, e que a minha ideia nao passa de uma medida cirurgica num dos varios pontos de deficiencia no sistema educacional brasileiro. No entanto, o que eu propus pode qualificar o ensino enquanto nao se faz a verdadeira reforma, sendo que uma reforma geral provavelmente necessitaria de uma mudança na Constituiçao.

31/10/06 11:30  
Anonymous Cesco said...

A atitude é louvável, mas penso que na prática as coisas seriam diferentes.
Fuchs, lembra que a gente está falando principalmente sobre adolescentes, e isso complica TUDO.
*Quantas vezes, eu, o dirk ou até tu mesmo fizemos coisas que a gente SABIA que ia resultar numa coisa ruim e mesmo assim a gente fez?
Pois é, adolescentes são complicadíssimos!

Além disso, não vão ser com esses "remendos" que a educação brasileira vai melhorar.
Mas para melhorar a educação TODO O CONTEXTO CULTURAL tem de mudar.
As favelas tem de ser descentralizadas de alguma forma (nem que seja construindo edifícios populares, ou financiando o desenvolvimento de alguns setores frágeis da economia (como por exemplo, a construção de "cidades-indústrias")).
Não dá pra deixar a cultura que se criou nesses lugares se multiplicar ainda mais, já que cada vez mais o que a gente vê, são garotos de 15 anos sendo assassinados, mães solteiras de 13 anos e todas essas barbaridades com relação ao tráfico de armas.
É meu amigo... o buraco é mais embaixo!

Mas o grande problema vem agora...
De onde tirar dinheiro para financiar tudo isso?
Só a dívida interna do país é de 1 Trilhão de reais (FONTE: Receita Federal), ou seja 90% do PIB do ano!
Mesmo que haja dinheiro para descentralizar 120 milhões de pessoas no curto prazo (especulando-se que essas pessoas gerarão renda no longo prazo), a economia se desestabilizaria e afundaria, além disso, faltaria dinheiro para construir mais escolas e contratar mais funcionários.
Não há dinheiro para financiar tudo!

Felizmente existe uma alternativa (de longo prazo...), alguns países no mundo atual não conseguiriam gerir o estado se não fossem o apoio de ONGs (e esse, possivelmente é o caso do Brasil). Muitas ONGs se estabeleceram aqui, e por meio do voluntariado conseguiram muitos "milagres" nas escolas públicas.
É uma pena, no entanto, que a parcela representativa de ONGs seja pequena no país, já que potencial para isso existe, e MUITO.

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Acabado todo esse "discurso" financeiro, vou me ater ao ponto principal da questão que é a reforma educacional do estado.


Acredito que essas alternativas de PROUni, ENEM, "notas mínimas", não sejam soluções viáveis para se alcançar a efetividade educacional necessária.
Uma das primeiras medidas a serem implantadas ao meu ver, seria a da expansão do período de CRECHE dos 3 aos 6 anos (média) para até os 9 anos, e com atividades muito mais estimulantes no aspecto do convívio social.
O convívio social é algo importantíssimo para ser deixado de fora como acontece hoje, e é ele quem define toda a característica cultural de uma civilização.
Segundo;
Iniciação do período acadêmico aos 9 anos, convenhamos, 7 anos é querer colocar um bebê para estudar. Pode parecer pouco, mas a diferença de maturidade (apesar de eu odiar essa palavra, ela vai me servir para passar o que quero dizer) nesses dois anos de vida é simplesmente gritante.
Terceiro;
Incorporação de aulas práticas nas disciplinas de ATUALIDADE, CIDADANIA e FILOSOFIA.
Penso que essas três matérias sejam de fundamental importância para QUALQUER pessoa, e penso que ela seja necessária ao longo de todo o ensino fundamental e médio.
Toda criança deve saber como está o mundo ao redor dela, como ela reage diante de certas situações e como ela, enquanto indivíduo percebe elas, essa "tríade" é sem dúvida subestimada hoje.
Quarto;
Revisão de todo o conteúdo escolar, retirar inutilidades e acrescentar conteúdo coerente com a atualidade.
Quinto;
Integração e informatização direta do programa de desempenho acadêmico.
Ao invés de tomar como base uma única prova (vide PROUni ou ENEM), é necessário que haja uma informatização de todas as escolas, e estas sejam ligadas através de uma rede (seja via Internet ou vias mais tradicionais), onde haja uma inserção de informações mais detalhadas sobre os alunos, com uma taxa de atualização muito mais rápida para que se possa ter um controle e, por consequinte, uma capacidade de planejamento muito mais clara, simples e eficaz.
Sexto;
Programa de apadrinhamento de alunos.
Talvez uma medida pouco eficaz, mas com certeza "salvará" a vida de muitas crianças, trata-se de um programa em que pessoas com condições financeiras melhores "apadrinham" crianças de baixa renda e financiam seus estudos;
Sétimo;
Criação de um centro de estudos exclusivo para a pesquisa e desenvolvimento de nóvos métodos de didática.
Posso estar enganado, mas até onde sei, não entendendo como no mundo inteiro isso não existe!
Trata-se de um laboratório onde são estudados nóvos métodos para se dar aulas, integrando química, física, medicina neurológica e salas de aulas monitoradas continuamente.
O resultado seria a tentaiva de resolução do principal problema de ensino ao redor do mundo, a didática.
A didática é complicada, é necessário que o professor saiba cativar muito bem seus alunos para que haja um exercício pleno de sua atividade, com esse centro de estudos novas técnicas seriam desenvolvidas.
Oitavo;
Padronização efetiva entre matérias estudadas e séries, dessa forma um aluno da oitava série do nordeste estará estudando exatamente a mesma cosia do que um aluno na região sul.
Essa medida serve principalmente para manter o monitoramento e controle do progresso acadêmico dos alunos.
Nono;
Recompensas progressivas de acordo com o desempenho escolar.
O ego humano é uma coisa incrível, já dizia Wiston Churchill: "Um soldado nunca arriscaria a sua vida por um companheiro, mas ele o fará por um pedaço de fita azul."
O que estou tentando dizer, é que tanto crianças/adolescentes, quanto adultos precisam cultivar seus egos, e alguém com um desepenho acadêmico satisfatório poderia receber certas regalias como liberdade para trazer uma bola ou um brinquedo para brincar na escola.
Da mesma forma em que um adolescente poderá levar seu celular (já vi tanta gente pobre com celular...), ou poderá vir com uma roupa mais despojada...
Enfim, criar uma base de recompensas de acordo com o desempenho escolar, onde a nota zero não terá recompensa nenhuma e a nota 10 terá todas as recompensas acumuladas.
Décimo;
Programa de conscientização dos PAIS.
É muito importante que os pais saibam o que estão fazendo, ao invés de "jogarem" os filhos nas escolas e retirá-los cinco anos depois para ajudá-los com o trabalho. Além de informá-los sobre riscos e casualidades que podem vir acontecer com o seus filhos.
Em outras palavras educar os pais a serem pais.
O único problema é os arranjarem tempo para isso, nem que seja no fim de semana.

*"Bônus": Aumentar a parceria público-privada nesse setor.

OBS: A maioria das idéias foram destinadas as escolas de ensino médio e fundamental, mas muitas delas também servem para as faculdades.

14/12/06 01:19  
Blogger fuchs said...

Pois bem Francesco;
Gostei muito de algumas medidas, como a de apadrinhamento, o de sistemas de recompensas.. em relação as medidas para as escolas, farei algumas ressalvas. Para começar, sobre a informatização, que é obviamente uma necessidade, porem, para ela acontecer rapidamente, necessitaríamos de muito dinheiro, o qual não temos. Outra seria a de incorporar uma aula pratica, a filosofia, cidadania e atualidade. O que seria uma aula pratica disso? Leitura e discussão de matérias (de jornais, revistas)? Acredito que se for isso, seria excelente (sem falar que essas matérias são de extrema necessidade para todos).
Por fim, uma ultima consideração a respeito do seu comentário. Sobre as ONG´s. Acredito que elas ajudam realmente o governo a executar certas tarefas (que deviam ser executadas pelo próprio governo), porem, como aconteceu recentemente, as ONG´s no Brasil tem o mesmo defeito que o serviço publico tem: corrupção. A maioria dessas organizações é sustentada pelo próprio governo, pois lhe faltam fundos, e esse dinheiro é reinvestido pelas ONG´s em campanhas de políticos, como foi recentemente descoberto...

Enfim, obrigado a todos que tiveram a paciência de ler e comentar..Nos próximos dias eu escrevo um novo texto (demorei), possivelmente sobre o índice de GINI (a ser explicado).

14/12/06 12:49  

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